(para ler mais de uma vez, em voz alta, no silêncio)
Ainda não é aqui o tempo de madurez, o corpo confundido, a janela
aberta. Ainda não é aqui a casa que guarda, o quintal de terra, as horas
segredadas. Ainda não é aqui o despudor da pele, a força dionisíaca, o gesto carnal.
Ainda não é aqui a doença sã, a cura febril, o amor sem nome. Ainda não é aqui,
mas outra vez a tua fala pequena e esses olhos infindos nos fazem lugar. Outra
vez, tua cor maldita me convence do mundo. Outra vez, estamos aqui -
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